O depoimento do réu Luiz Henrique Romão, o Macarrão, foi interrompido propositalmente na noite desta quinta-feira pelos seus advogados de defesa, que temiam que o cliente deles pudesse falar algo contrário ao que disse o goleiro Bruno Fernandes de Souza momentos antes. Eles são acusados de sequestro e assassinato de Eliza Samudio, ex-amante de Bruno.
Para provocar o cancelamento, eles começaram a conversar ao lado da mesa da juíza Marixa Rodrigues, que por três vezes pediu que eles fizessem silêncio, porque estavam incomodando o trabalho dela. Nesse momento, ela fazia a leitura do depoimento de Macarrão na polícia.
A provocação acabou gerando bate-boca entre a juíza e o advogado Cláudio Dalledone Jr., que disse que Rodrigues censurava o trabalho da defesa. A juíza insistiu no silêncio deles naquele local e eles decidiram então que Macarrão não falaria mais.
Enquanto a juíza terminava de ler o depoimento de Macarrão na polícia, o advogado Américo Leal dizia à imprensa do lado de fora da sala que fora uma "estratégia" provocada pela defesa para paralisar o depoimento.
Leal ainda gravou entrevista para emissoras de rádio e TV falando sobre isso, o que foi denunciado à juíza pelo promotor Gustavo Fantini.
O advogado também afirmou que o depoimento de Bruno fora retilíneo, considerado muito bom, e que qualquer coisa diferente que Macarrão falasse poderia atrapalhar a defesa. "Era provocando essa situação mesmo", disse Leal.
Do lado de fora do plenário do Tribunal do Júri, Leal disse ainda que dos três advogados de Macarrão, somente Wasley Vasconcellos era a favor que ele falasse em juízo. Macarrão também queria falar. "Mas ele estava muito nervoso", disse Leal para se posicionar contra o depoimento.
As declarações de Leal acabaram criando mal-estar. Quando o promotor disse à juíza o que se passara lá fora, o advogado Dalledone Jr. contestou, mas não pôde ir contra a gravação solicitada pela juíza à rádio Itatiaia.
A gravação de Leal dada a rádio foi anexada pela juíza na ata da seção, ao fim do depoimento de Macarrão que durou cerca de 30 minutos
Para provocar o cancelamento, eles começaram a conversar ao lado da mesa da juíza Marixa Rodrigues, que por três vezes pediu que eles fizessem silêncio, porque estavam incomodando o trabalho dela. Nesse momento, ela fazia a leitura do depoimento de Macarrão na polícia.
A provocação acabou gerando bate-boca entre a juíza e o advogado Cláudio Dalledone Jr., que disse que Rodrigues censurava o trabalho da defesa. A juíza insistiu no silêncio deles naquele local e eles decidiram então que Macarrão não falaria mais.
Enquanto a juíza terminava de ler o depoimento de Macarrão na polícia, o advogado Américo Leal dizia à imprensa do lado de fora da sala que fora uma "estratégia" provocada pela defesa para paralisar o depoimento.
Leal ainda gravou entrevista para emissoras de rádio e TV falando sobre isso, o que foi denunciado à juíza pelo promotor Gustavo Fantini.
O advogado também afirmou que o depoimento de Bruno fora retilíneo, considerado muito bom, e que qualquer coisa diferente que Macarrão falasse poderia atrapalhar a defesa. "Era provocando essa situação mesmo", disse Leal.
Do lado de fora do plenário do Tribunal do Júri, Leal disse ainda que dos três advogados de Macarrão, somente Wasley Vasconcellos era a favor que ele falasse em juízo. Macarrão também queria falar. "Mas ele estava muito nervoso", disse Leal para se posicionar contra o depoimento.
As declarações de Leal acabaram criando mal-estar. Quando o promotor disse à juíza o que se passara lá fora, o advogado Dalledone Jr. contestou, mas não pôde ir contra a gravação solicitada pela juíza à rádio Itatiaia.
A gravação de Leal dada a rádio foi anexada pela juíza na ata da seção, ao fim do depoimento de Macarrão que durou cerca de 30 minutos
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