De acordo com informações do Portal Terra, a jornalista seria amante de um traficante local - Gilmar Tenório Cavalcanti, apontado como chefe do grupo e com passagens pela polícia. Devido ao seu trabalho como repórter de uma emissora de TV, Maritânia teria passado informações sobre investigações e operações policiais para a quadrilha.
O grupo, segundo a polícia, seria responsável por 47 assassinatos em Campo Mourão em 2010. As autoridades monitoraram Maritânia para conseguir chegar à quadrilha, que, estima-se, tenha movimentado R$ 20 mil por mês com a comercialização de drogas.
Na época em que foi presa, a jornalista trabalhava na Rede Independência de Comunicação (RIC), afiliada da Record no Paraná. A emissora afirmou que a repórter era contratada de uma produtora parceria do programa "Cidades no Ar", e que havia sido demitida há cerca de dois meses.

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