Depoimento em CPI na Assembleia Legislativa (PR) termina em prisão
Em CPI que investiga grampos eletrônicos instalados ilegalmente, ex-diretor administrativo, Francisco Ricardo Neto, foi preso por falso testemunho.
A CPI que investiga os grampos eletrônicos instalados ilegalmente na Assembleia Legislativa do Paraná terminou em confusão. O ex-diretor administrativo, Francisco Ricardo Neto, prestou depoimento pela segunda vez e caiu em contradição. Ele teve as declarações desmentidas por peritos da Polícia Civil.
Quase no fim da sessão, o deputado Marcelo Rangel, que preside a CPI, deu voz de prisão ao ex-diretor por falso testemunho. Ele foi levado ao Comando de Operações Policiais Especiais, por policiais militares que fazem a segurança da casa, prestou depoimento e foi liberado. O advogado do ex-diretor admitiu que houve contradição no depoimento, mas questionou os motivos da prisão.
Quase no fim da sessão, o deputado Marcelo Rangel, que preside a CPI, deu voz de prisão ao ex-diretor por falso testemunho. Ele foi levado ao Comando de Operações Policiais Especiais, por policiais militares que fazem a segurança da casa, prestou depoimento e foi liberado. O advogado do ex-diretor admitiu que houve contradição no depoimento, mas questionou os motivos da prisão.

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