Deputada quer multar quem passar trote nos serviços de emergência
Projeto de lei tramita na Assembleia do Paraná e foi aprovado na CCJ.
Antes de ir para ao plenário, precisa passar na Comissão de Finanças.
Pelo projeto, o assinante do telefone que originou o trote terá de ressarcir os cofres públicos, tanto pela chamada quanto por eventuais gastos no atendimento, com cobrança feita na conta. Na justificativa de Rose, quem paga a ligação é o estado e, “mesmo sem sentir”, o prejudicado é o contribuinte.
Ainda de acordo com a deputada, “os trotes recebidos pelas centrais de serviços de atendimento de urgência e emergência são os mais variados possíveis. Vão desde crianças fazendo ligações por pura brincadeira a simulações de ocorrências com grande realismo que, por vezes, chegam a provocar mobilização efetiva de pessoal e viaturas sem propósito algum”.
Antes da votação no plenário, o projeto tem de passar pela Comissão de Finanças.

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